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terça-feira, 7 de maio de 2019
Estranho: Sem partido, Ricardo Murad não retornará para o MDB e já conversa com o PSDB
O ex-todo poderoso Ricardo Murad que está sem partido desde as eleições de outubro, de onde saiu derrotado em todos os sentidos, deve anunciar de forma oficial nos próximos meses, sua filiação ao PSDB.
O que chama atenção é que Murad, mesmo tendo feito as pazes e apoiando Roseana nas eleições passadas, parece que não pretende mais voltar ao MDB, onde esteve por longos anos e saiu em 2017, quando foi para o extinto PRP, que sumiu por não conseguir eleger nenhum deputado no país inteiro e foi afetado pela clausula de barreira.
Ricardo Murad já se reuniu com o senador traíra Roberto Rocha que é o presidente do PSDB que garantiu que irá entregar o partido a ele, deixando assim o vereador Cássio Reis que ainda é Tucano, livre para voar para outra sigla.
terça-feira, 29 de março de 2016
PMDB oficializa rompimento com governo Dilma
O Diretório Nacional do PMDB decidiu nesta terça-feira (29), por aclamação, romper oficialmente com o governo da presidente Dilma Rousseff. Na reunião, a cúpula peemedebista também determinou que os seis ministros do partido e os filiados que ocupam outros postos no Executivo federal entreguem seus cargos.
O vice-presidente da República e presidente nacional do PMDB, Michel Temer, não participou da reunião que oficializou a ruptura com o governo. O encontro partidário foi realizado em um dos plenários de comissões da Câmara dos Deputados.
Comandada pelo primeiro vice-presidente do PMDB, senador Romero Jucá (PMDB-RR), a reunião durou menos de cinco minutos. Após consultar simbolicamente os integrantes do partido, Jucá decretou o resultado da votação.
“A partir de hoje, nessa reunião histórica para o PMDB, o PMDB se retira da base do governo da presidente Dilma Rousseff e ninguém no país está autorizado a exercer qualquer cargo federal em nome do PMDB”, enfatizou.
Efeito dominó
A decisão do PMDB aumenta a crise política do governo e é vista como fator importante no processo de impeachment de Dilma. Há a expectativa de que, diante da saída do principal sócio do PT no governo federal, outros partidos da base aliada também desembarquem da gestão petista.
Atualmente, o PMDB detém a maior bancada na Câmara, com 68 deputados federais. O apoio ao governo, porém, nunca foi unânime dentro da sigla e as críticas contra Dilma se intensificaram com o acirramento da crise econômica e a deflagração do processo de afastamento da presidente da República.
Na reunião desta terça, os peemedebistas decidiram que todos os seis ministros da legenda terão que deixar os cargos. Quem descumprir a medida poderá sofrer sanções. Nesta segunda (28), o então ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves, sétimo ministro da legenda, entregou o cargo à presidente Dilma.
O vice-presidente da República, Michel Temer, não compareceu à reunião, sob o argumento de que não desejava “influenciar” a decisão. No entanto, ele teve participação ativa na mobilização pelo desembarque do partido e passou toda a segunda-feira em reuniões com parlamentares e ministros do PMDB, em busca de uma decisão “unânime”.
Dilma também lançou mão dos últimos esforços para tentar resgatar o apoio do partido. Na manhã de segunda, ela chamou ao seu gabinete no Palácio do Planalto seis dos sete ministros do PMDB para avaliar o cenário. No entanto, no fim do dia, Henrique Alves, um dos presentes ao encontro, apresentou a sua carta de renúncia.
Apesar do desembarque, Temer continuará na Vice-Presidência da República sob o argumento de que foi eleito pela população na chapa de Dilma e de que não ocupa, portanto, cargo de submissão à presidente.
Afastamento
A decisão de afastamento já estava tomada, mas o PMDB decidiu dar uma espécie de “aviso prévio” ao governo. Reunião da convenção nacional do PMDB no dia 12 de março foi marcada por discursos em defesa do impeachment de Dilma e do rompimento com o governo.
Na ocasião, ficou decidido que o partido anunciaria em 30 dias se desembarcaria ou não do governo. Também ficou estabelecido que o PMDB não assumiria novos ministérios até que o fosse definido se haveria o rompimento.
No entanto, dias depois, a presidente Dilma ignorou a decisão e empossou o deputado licenciado Mauro Lopes (PMDB-MG) como ministro da Secretaria de Aviação Civil. A nomeação foi vista como uma afronta pelo partido, que abriu um processo no seu Conselho de Ética para expulsá-lo da legenda. O episódio ajudou a agravar a crise e acelerou a decisão do partido.
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Empresa que financiou campanha de Teresa Murad prestou serviços para Secretaria Estadual de Saúde
Do blog Maranhão da Gente
A Litucera, empresa que presta serviços na área hospitalar, foi uma das maiores doadoras da campanha da atual prefeita de Coroatá, Teresa Murad. Em 2012, a empresa fez uma doação de 186 mil para a campanha da esposa do Secretario Estadual de Saúde, Ricardo Murad.
Esta mesma empresa também fez uma doação de R$ 1 mi para o Diretório Estadual do PMDB. Informações publicadas no Diário Oficial do Maranhão apontam que entre outubro e novembro de 2010, a Litucera conseguiu 317.171,76 em contratos com a Secretaria Estadual de Saúde.
O Financiamento empresarial de campanhas políticas é pauta central no quesito reforma política no país. O juiz Marlon Reis, um dos fundadores do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), defende financiamento público igualitário para evitar a troca de favores políticos por dinheiro durante o período eleitoral.
“O que está acontecendo hoje é que nós temos campanhas financiadas com base na troca por contratos públicos posteriores. Isso tem que acabar”, afirmou o diretor do MCCE durante palestra no 34º Encontro do Colégio de Corregedores da Justiça Eleitoral, que foi encerrado no último dia 24 de agosto, no salão do Hotel Luzeiros.
Nota do Coroatá de Verdade: Quem não lembra da Litucera prestando serviços para a UPA Coroatá e para o Hospital Macrorregional?
Esta mesma empresa também fez uma doação de R$ 1 mi para o Diretório Estadual do PMDB. Informações publicadas no Diário Oficial do Maranhão apontam que entre outubro e novembro de 2010, a Litucera conseguiu 317.171,76 em contratos com a Secretaria Estadual de Saúde.
O Financiamento empresarial de campanhas políticas é pauta central no quesito reforma política no país. O juiz Marlon Reis, um dos fundadores do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), defende financiamento público igualitário para evitar a troca de favores políticos por dinheiro durante o período eleitoral.
“O que está acontecendo hoje é que nós temos campanhas financiadas com base na troca por contratos públicos posteriores. Isso tem que acabar”, afirmou o diretor do MCCE durante palestra no 34º Encontro do Colégio de Corregedores da Justiça Eleitoral, que foi encerrado no último dia 24 de agosto, no salão do Hotel Luzeiros.
Nota do Coroatá de Verdade: Quem não lembra da Litucera prestando serviços para a UPA Coroatá e para o Hospital Macrorregional?
sábado, 27 de abril de 2013
Secretária de educação descontente ameaça deixar o governo
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A secretária Simone ao lado do esposo Júlio Marques |
A secretária municipal de Educação, professora Simone Salazar, que entrou nos últimos momentos de formação da equipe da prefeita, é uma das que tem apresentado descontentamento constante, tendo inclusive ameaçado inúmeras vezes de deixar a pasta.
Um dos motivos que tem causado mais descontentamento para a secretária é o fato de que, embora oficialmente esteja no comando da secretaria, quem manda de fato é Regina de Fátima, gerente regional de educação da Região dos Cocais, fiel escudeira do grupo há longos anos e sempre temida por aqueles que estão sob o seu comando.
Segundo informações de fontes confiáveis ligadas ao governo, Simone Salazar ainda mantém-se no cargo graças ao apelo da equipe da prefeita que teme que com a sua saída complique ainda mais a já desgastada imagem pública da atual gestão. Ainda segundo a mesma fonte, o esposo da secretária, Júlio Marques, que é irmão do presidente municipal do partido de Teresa Murad (o PMDB) e secretário municipal Infraestrutura, Feliciano Marques, também tem incentivado a saída de Simone do cargo, já que o mesmo estaria muito magoado com a forma que a sua esposa estar sendo aproveitada no governo.
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