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terça-feira, 25 de março de 2014

Um ano e três meses de "condenação" do Palácio Vitor Trovão

 Palácio Vitor Trovão lacrado.

Desde que assumiu o cargo a prefeita Teresa Murad (PMDB) condenou o prédio administrativo da Prefeitura Municipal, que leva o nome do seu pai falecido recentemente, o Deputado Federal constituinte Vitor Trovão. Não sabemos ao certo porque ou com orientação de que engenheiro.

A gestora e o seu esposo, o secretário de saúde Ricardo Murad, “transferiram” logo no primeiro dia de governo a sede do poder executivo municipal para o Centro Administrativo Dr. João Mota, este sim praticamente construído do nada na administração do antecessor Luís da Amovelar (PT). Porém, segundo funcionários daquele prédio, Teresa e Ricardo Murad, jamais colocaram os pés ali, orquestram à distância cada “decisão” executada a risca (e sem titubeio) naqueles gabinetes e corredores.

Durante a campanha o deputado licenciado disse muitas vezes aos seus assessores mais próximos que, após confirmada a vitória eleitoral, a esposa não colocaria não entraria no prédio que fora usado durante os oito anos da administração do ex-prefeito Luís da Amovelar, amigo dos Murad antes das eleições de 2004 e que (segundo pessoas ligadas ao deputado) se tornou um de seus maiores desafetos políticos (senão o maior deles).

Quanto ao Palácio Deputado Federal Vitor Dias Trovão, Murad prometeu que o derrubaria e que faria surgir em seu lugar um novo e moderno prédio para abrigar o governo de sua esposa. Porém, ao que parece, o primeiro semestre não foi tempo suficiente para que cumprissem a promessa, que se tonou apenas mais uma (entre as muitas) que foram esquecidas pelo casal.