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terça-feira, 10 de setembro de 2019

Filho de ex-senador Lobão é preso na 65ª fase da Lava Jato, deflagrada nesta terça



A Polícia Federal, em cooperação com o Ministério Público Federal (MPF) e com a Receita Federal, deflagrou, na manhã desta terça-feira (10), a 65ª Fase da Operação Lava Jato, denominada Galeria. Márcio Lobão, filho do ex-senador e ex-ministro Edison Lobão, foi preso na força-tarefa.

A prisão é preventiva, ou seja, por tempo indeterminado e foi efetuada no Rio de Janeiro (RJ). Além disso, são cumpridos 11 mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

A nova etapa da operação investiga crimes de corrupção e lavagem de dinheiro proveniente de pagamento de vantagens indevidas relacionadas a contratos de uma empreiteira para a construção de uma usina hidrelétrica no Pará.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Senadores do Maranhão votam para devolver mandato de Aécio Neves



O Senado derrubou nesta terça-feira (17), por 44 votos a 26, a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que havia determinado o afastamento de Aécio Neves (PSDB-MG) do mandato. Com isso, Aécio poderá retomar as atividades parlamentares. Para retomar o mandato, o tucano precisava de, pelo menos, 41 votos.

Entre os que votaram pela devolução do mandato do tucano, estão os senadores maranhenses Edison Lobão e João Alberto, ambos do PMDB, e o socialista Roberto Rocha.

Os líderes de PMDB, PSDB, PP, PR, PRB, PROS e PTC orientaram os senadores das respectivas bancadas a votar “não”, ou seja, contra o afastamento e a favor de Aécio. PT, PSB, Pode, PDT, PSC e Rede orientaram voto a favor da decisão da Turma do Supremo. DEM e PSD liberaram os senadores a votar como quisessem.

Do Blog do Gilberto Léda.

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Lobão e João Alberto escalados para salvar Aécio



O plano do presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-AL), para salvar Aécio Neves (PSDB-MG) da decisão do Supremo Tribunal Federal conta com a participação dos parlamentares Edison Lobão (PMDB) e João Alberto (PMDB). A estratégia é revogar a determinação do STF que afastou o tucano do Congresso e o impediu de sair de casa no período da noite.

“Se a Constituição foi ferida pela decisão e cabe ao Senado tomar a decisão, baseado na Constituição, obviamente que o Senado vai tomar as providências”, declarou.

Para ser concretizado é fundamental o parecer jurídico da Comissão de Constituição e Justiça, presidida por Lobão. Eunicío já avisou que vai pedir ajuda do colegiado para decidir o caso. Apesar de evitar opinar sobre o assunto, o peemedebista do Maranhão não criará problemas.

Como os senadores não querem transparecer uma afronta à Justiça, será instaurado um processo disciplinar contra Aécio no Conselho de Ética da Casa, que pode levar a suspensão e, até mesmo, a cassação do mandato. Porém, o presidente desta comissão é justamente o “Carcará”, que já salvou o colega de outro processo de afastamento em junho, quando arquivou monocraticamente representação do PSOL e da Rede.

Os parlamentares maranhenses estão bem orientados por José Sarney. Desde quando a delação da JBS estouro em Aécio Neves, o ex-presidente prometeu ajudá-lo em troca da retirada do PSDB do Maranhão da base de apoio ao governador Flávio Dino (PCdoB). Sarney tem cumprido à risca sua parte no acordo.

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

STF encaminha à PF informações sobre sigilo bancário de Edison Lobão



Coluna Expresso – O Supremo Tribunal Federal (STF) encaminhou à Polícia Federal nesta quarta-feira (20) inquérito contra o senador Edison Lobão (PMDB-MA), apontado pela Procuradoria-Geral da República como sócio da Diamond Capital Group. A empresa, segundo os investigadores, foi beneficiada de forma ilícita com aporte de capital de diversos fundos de pensão controlados pelo governo federal, entre eles o da Petros, a caixa de previdência dos funcionários da Petrobras. O inquérito segue para a PF para que seja analisada, entre outras informações, a quebra do sigilo bancário de Lobão entre 2011 e 2012.

Foi anexada ao inquérito uma informação favorável ao senador maranhense. Em atendimento à determinação do ministro Roberto Barroso, relator do caso, o Petros informou não ter localizado em seus registros investimentos que tenham a Diamond como gestora ou administradora.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Parado no tempo, Clã Sarney não conseguiu construir novas lideranças



O anúncio de Edison Lobão de que irá buscar a reeleição, transforma a provável chapa do Clã Sarney em uma feira de antiguidades constituído das figuras arcaicas que sempre disputaram as eleições pela legenda. Mesmo com 50 anos de poder (com raros intervalos), o Clã não foge da mesmice da velha guarda dos Sarneys e Lobãos. Sequer as novas gerações das famílias conseguem espaço.

Edison Lobão anunciou que irá mesmo ser candidato à reeleição. Caso eleito, Lobão começará o mandato com 82 anos e encerrará com 90 anos. Um mandato que hoje já é insípido, imaginem para um quase nonagenário.

O deputado federal Sarney Filho diz que não abre mão da candidatura ao senado, embora saiba que é muito complicado uma chapa familiar com ele candidato a Senador e Roseana candidata a governador. Pela segunda vez como ministro do Meio Ambiente sem nenhum benefício para o Maranhão, Sarney é deputado federal há muitos anos e também foi coordenador da bancada maranhense por muito tempo, sempre com a marca de uma bancada dispersa e com o Maranhão perdendo todos os seus interesses no Congresso.

João Alberto finge que não se importa muito em ser escanteado. Mas o velho Carcará não venderá barato uma abdicação de candidatura, já que tem a prioridade de ser candidato à reeleição. Caso Roseana não seja candidata, o nome mais provável para assumir uma candidatura ao governo pelo Clã é de João Alberto. Caso contrário, não pode ser descartado o Carcará como candidato a Senador e quem ficaria fora seria Sarney Filho para evitar a chapa familiar.

Por fim, a provável candidatura de Roseana ao governo é o retrato claro de que o grupo não conseguiu evoluir e apresentar algo de novo para o sociedade. Mais uma vez Roseana, que já governou o Maranhão por quatro vezes (sendo uma no tapetão e outras de eleições bem duvidosas quando não existia o voto eletrônico). Mais uma vez Roseana pode ser candidata como se tudo que pudesse ter feito de bom e de ruim não já tivesse feito durante todos estes anos.

O modelo oligárquico de perpetuação de poder não permite ao Clã sequer deixar espaço para que membros mais jovens do grupo possam ascender, trazer ideias diferentes e oxigenar a própria política do Estado. Os nomes apresentados pelo Clã mostram exatamente o estilo do grupo: centralizador, coronelista e apego pessoal ao poder.

terça-feira, 13 de junho de 2017

Delação de Duda Mendonça preocupa Sarney, Murad e Lobão


Marrapá.

Em fase de homologação no Supremo Tribunal Federal (STF), a delação do marqueteiro Duda Mendonça acendeu sinal amarelo no núcleo das famílias Sarney, Murad e Lobão.

Responsável pelas campanhas milionárias de João Castelo (2008), Roseana Sarney (2010), João Alberto (2010), Edison Lobão (2010) e Andrea Murad (2014), Mendonça firmou acordo de colaboração junto à Polícia Federal em que entrega dezenas de caciques do PMDB e o modo como o dinheiro de caixa 2 era repassado às campanhas eleitorais.

De estrela do marketing político brasileiro, Duda Mendonça caiu em desgraça após virar réu do Mensalão, acusado de receber dinheiro ilícito da campanha do ex-presidente Lula (PT).

Absolvido das acusações pelo STF por falta de provas, não conseguiu mais se reerguer.

Abaixo, Mendonça apresenta empolgado as campanhas de Roseana e Lobão em 2010:


quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Filho de Lobão é alvo da nova fase da Lava Jato



BRASÍLIA – A Polícia Federal cumpre na manhã desta quinta-feira, 16, mandados de busca e apreensão expedidos pelo ministro Edson Fachin, novo relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal. Batizada de Leviatã, a operação tem como alvo o filho do senador Edison Lobão (PMDB), Márcio Lobão e Luiz Otavio Campos, ex-senador.

Estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro/RJ, em Belém/PA e Brasília/DF, nas residências dos investigados e escritório de trabalho.

As buscas tem como objetivo aprofundar a investigação do Inquérito que apura pagamento de propina a dois partidos políticos, no percentual de 1% sobre as obras civis da Hidrelétrica de Belo Monte, por parte das empresas integrantes do consórcio construtor. Os principais envolvidos no esquema de repasse de valores aos agentes políticos são o filho do senador Edison Lobão (PMDB), Marcio Lobão e o ex-senador Luiz Otavio Campos.

Os investigados, na medida de suas participações, poderão responder pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

O nome escolhido pela PF se inspira na obra do filósofo político Thomas Hobbes. Nela ele afirmou que o “homem é o lobo do homem”, comparando o Estado a um ser humano artificial criado para sua própria defesa e proteção, pois se continuasse vivendo em Estado de Natureza, guiado apenas por seus instintos, não alcançaria a paz social.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Lobão recebeu R$ 2 milhões para não criar obstáculos na construção de Belo Monte



Do Blog Marrapá.

O senador Edison Lobão (PMDB) recebeu R$ 2 milhões em propina da Camargo Corrêa. Ao menos é o que diz o executivo da empreiteira Luiz Carlos Martins, durante depoimento após acordo de delação premiada na Operação Lava Jato. Segundo ele , uma microempresa sediada em Santana de Parnaíba (SP) foi utilizada para fazer o repasse. O depoimento consta de inquérito aberto em março pelo ministro do STF Edson Fachin como um desdobramento da Lava Jato a pedido da Procuradoria-Geral da República.

De acordo com o executivo, a propina foi paga para que o então ministro de Minas e Energia não impusesse obstáculos ao andamento da obra de construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. A notícia foi publicada pela Folha de São Paulo nesta sexta-feira (10).

Em 2015, a Lava Jato já havia colhido a acusação da Camargo, em delação, de que Lobão havia recebido propina, mas agora a investigação recebeu os primeiros indícios do “caminho do dinheiro”.

Segundo Martins –o que foi confirmado por documentos que a empreiteira entregou à PF–, os pagamentos da Camargo para a AP Energy Engenharia e Montagem ocorreram entre 2011 e 2012, quando Lobão era o ministro de Minas e Energia no primeiro mandato de Dilma Rousseff.

Os serviços da AP eram “fictícios” e nunca foram prestados, disse o delator. As notas fiscais indicam pagamentos de R$ 1,22 milhão e R$ 1,26 milhão. Cerca de R$ 583 mil ficaram com os responsáveis da AP a título de “comissão” pelo trabalho de intermediação dos repasses, segundo o delator.

Em fevereiro de 2011, a Norte Energia, concessionária de Belo Monte, assinou o contrato com um consórcio de dez empreiteiras para a realização das obras da hidrelétrica. A Andrade Gutierrez assumiu a liderança do consórcio, com 18% das ações, seguida por Camargo e Odebrecht, com 16% cada uma.

Martins foi escolhido pela Camargo para ser o representante da empresa nas reuniões do conselho do CCBM (Consórcio Construtor de Belo Monte). No segundo semestre de 2011, segundo Martins, ele ouviu do representante da Andrade no consórcio, Flávio Barra, que “1%” do valor total das obras deveria ser pago “em partes iguais para os partidos PT e PMDB”.

As obras estavam estimadas em R$ 13,4 bilhões, o que projeta uma propina de R$ 134 milhões, valor dividido entre as diversas empreiteiras envolvidas no projeto. Pelos cálculos de Martins, a cota da Camargo era de R$ 21 milhões.

Surgiram, porém, problemas no acerto. O delator disse que Barra afirmou que “algumas das construtoras não haviam feito o pagamento devido” e que “o então ministro Lobão estava fazendo a cobrança em nome do PMDB”.

Martins levou o assunto ao seu superior, Dalton Avancini, que hoje também é delator. Avancini respondeu, segundo o delator, que “resolveria o problema do PT” e incumbiu Martins de “resolver o problema do PMDB”.

Martins declarou que, embora “não se conformasse” com a cobrança, passou a tratar de encontrar “um caminho” para o envio do dinheiro. Segundo ele, “a remessa de valores ao Maranhão ficou ao encargo da AP Energy ou de outras empresas ligadas a ela ou até mesmo de seus sócios”. O delator não soube dar detalhes de como o dinheiro teria chegado a Lobão, mas afirmou ter “a convicção” de que houve a entrega porque “cessaram as cobranças”.

Barra, o executivo da Andrade, também fechou delação. A Folha apurou que ele prestou, em março, um longo depoimento sobre Belo Monte, ainda sob sigilo.

O advogado do senador Edison Lobão (PMDB-MA), Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, afirmou que seu cliente “não conhece a empresa AP Energy nem os sócios dela”.

“Só isso já demonstra a completa mentira e irresponsabilidade da delação. É lamentável que as palavras dos delatores tenham foro de verdade, pois no caso concreto são absolutamente falsas”, afirmou Kakay.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Alvo da Lava Jato, Lobão se muda para mansão avaliada em R$ 7 milhões



Estadão – A mansão em que vive o senador Edison Lobão (PMDB-MA), vasculhada nesta terça-feira, 15, pela Polícia Federal, está em nome de um dos filhos dele. Imponente, a casa de dois andares, recém-erguida no Lago Sul, um dos pontos mais nobres de Brasília, acaba de ficar pronta. Conforme profissionais que trabalharam na obra, conta com recursos tecnológicos como sistema de automação, que permite controlar equipamentos a distância, como sistema de som, ar condicionado; elevador e adega climatizada. Imóvel do mesmo padrão, segundo corretoras de Brasília, custaria cerca de R$ 7 milhões.

Lobão acaba de se mudar para o local, que não foi alvo de mandado de busca. Os policiais estiveram em outro endereço do senador, que, no entanto, optou por autorizar a entrada dos agentes em seu novo lar. Consta como dono da casa o empresário Luciano Lobão, filho do congressista, e a nora dele, Vanessa Fassheber Lobão.

Documentos de cartório mostram que o terreno de 776 m2 custou R$ 700 mil em 2011. Corretores que atuam no Lago Sul, contudo, afirmam que um lote nessa localização, com a mesma metragem, valia naquele ano, quando o mercado imobiliário de Brasília estava aquecido, entre R$ 2 milhões e R$ 2,5 milhões. A construção da casa é estimada por esses especialistas em R$ 5 milhões. O investimento total seria, portanto, de cerca de R$ 7 milhões, sem contar com os itens de decoração.

Em 2010, quando se candidatou e venceu as eleições para o Senado, Lobão informou à Justiça Eleitoral ter R$ 5 milhões em bens, entre eles outra casa no Lago Sul, declarada por R$ 637 mil.

Os policiais passaram ao menos três horas no novo casarão nesta terça. Lobão e a mulher, a ex-deputada Nice Lobão, acompanharam as buscas com o advogado, Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay. Pouco falaram durante a ação.

Os agentes saíram levando o celular do senador e um malote com documentos. “A casa é coisa de milionário. Está meio vazia, porque ele (o senador) ainda está se mudando”, disse uma das testemunhas das buscas.

Lobão foi citado por delatores do esquema de corrupção e pagamento de propinas instalado na Petrobrás entre 2004 e 2014. O ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa afirmou em delação premiada, em agosto de 2014, que o senador pediu a ele R$ 1 milhão em 2008. O dinheiro seria para favorecer o consórcio da UTC engenharia nas obras da usina de Angra 3. Na época, o peemedebista era Ministro de Minas e Energia, cargo que ele ocupou até dezembro do ano passado. As declarações constam da petição encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

O ex-diretor financeiro da UTC Walmir Pinheiro, considerado o braço-direito do dono da empresa, Ricardo Pessoa, confirmou que o senador acertou suborno de R$ 1 milhão. Aos investigadores da Operação Lava Jato, ele deu detalhes do pagamento. As entregas de dinheiro, explicou, eram feitas a uma pessoa apresentada por Lobão e parte era levada de carro de São Paulo a Brasília para não despertar desconfiança das autoridades nos aeroportos.

O peemedebista nega envolvimento em irregularidades.
O advogado de Lobão, Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, afirmou que seu cliente não é o dono da mansão. Ele explicou que o senador e a esposa se mudaram para o local há “cinco ou seis dias” para morar de favor com a neta por alguns meses. Segundo o advogado, o imóvel no terreno de quase 800 m2 foi construído por Luciano para a filha de 18 anos.

O peemedebista estaria no local apenas provisoriamente, enquanto a casa em que viveu por 40 anos, também no Lago Sul, é reformada. “O filho dele (Luciano) é um cara bem de vida. O Lobão mora na mesma casa há 40 anos. A casa precisou passar por reformas e ele se mudou”, disse Kakay.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Flávio Dino lidera com até 68,33% das intenções de voto em Imperatriz

Pesquisa do Instituto Amostragem aponta Flávio Dino como líder nas intenções de voto da segunda maior cidade do estado

O Instituto Amostragem divulgou dados sobre sucessão eleitoral em Imperatriz: na cidade, Flávio Dino (PCdoB) lidera em todos os cenários – seja contra o candidato Edison Lobão (PMDB) ou contra Luís Fernando Silva (PMDB). Chegando a 68,33% de intenção de votos na segunda maior cidade do Maranhão, Flávio Dino lidera as pesquisas de intenção de voto ao governo do estado em 2014.

Com 68,33% de intenções de voto contra o secretário de Infraestrutura do governo, Luís Fernando Silva, que possui 12,67%, Flávio Dino lidera as intenções de voto em Imperatriz. Neste mesmo cenário, 8,5% dos entrevistados dizem que votariam branco ou nulo e 10,5% disseram não saber ou preferiram não opinar.

Segundo a pesquisa, na disputa contra Edison Lobão, Flávio Dino possui 61,67% das intenções de voto. Já o ministro de Minas e Energia aparece com 25,67% da preferência dos entrevistados. Nulos e brancos somam 6,17% dos votos, enquanto 6,5% disseram não saber ou preferiram não responder.

A mesma pesquisa avaliou, ainda, o desempenho do Governo do Estado em Imperatriz. Quando perguntados sobre qual a avaliação que tinham sobre o governo, 60,83% dos imperatrizenses disseram não aprovar o governo Roseana Sarney, enquanto 35,67% disseram que aprovam. 3,5% não souberam ou preferiram não responder.

Os entrevistados também foram questionados sobre o que representa o melhor para o futuro do Maranhão. Para 83% deles, o melhor para o estado é a mudança e a renovação. Somente 10% disseram que a continuidade do trabalho do grupo Sarney é o melhor. 7% não sabem ou não opinam.

Esta é a primeira pesquisa Amostragem divulgada sobre o segundo maior colégio eleitoral do estado, que ouviu 600 eleitores de Imperatriz e tem margem de erro de 3,9%, para mais ou para menos.

Fonte: Jornal Pequeno/Portal Vermelho