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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

O quesito rejeição...



Hoje a oposição de Coroatá tem 05 pré-candidatos ao cargo de prefeito, e garantem que se unirão para apoiar apenas um nome para prefeito e um para vice, logo, acredita-se que sejam os que melhor se posicionar nas pesquisas eleitorais, porém, entretanto, todavia, nem sempre quem está na frente é o preferido da população.

Uma das principais observações que devem ser feitas é o quesito rejeição, pois, quando um candidato alcança um numero razoável de aceitação e por outro lado mostra quase o dobro de rejeição, fica praticamente inviável que este individuo cresça durante a eleição, que agora serão mais curtas e durarão apenas 45 dias. Muitos analistas políticos acreditam que quem apresenta uma rejeição menor, é o que tem mais chance de se eleger no fim da apuração dos votos. Foi assim com o atual prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, quando ele se candidatou, tinha apenas 2% das intenções de voto e menos de 1% de rejeição, no decorrer da campanha, ele conseguiu se mostrar aos eleitores e como sua rejeição era muito baixa, acabou indo ao segundo turno e vencendo José Serra que era o mais rejeitado de todos os candidatos...

Outro ponto é quando o candidato tem bons números de aprovação e baixos de rejeição, digamos que um candidato com este perfil, segundo analistas é praticamente imbatível, em um processo eleitoral...

Então, vendo por este lado, os lideres oposicionistas precisam sentar e analisar todos os parâmetros possíveis, aceitação, rejeição e todos os outros dados que ela trouxer e assim chegar em um denominador comum.

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