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segunda-feira, 17 de março de 2014

Com a saída de Robert Wagner da secretaria de Esporte vereador Wllisses Muniz poderá assumir o cargo para que Buhatem retorne à Câmara

Foto: Leandro Baima (Reprodução/Coroatá OnLine)
A saída do secretário de esporte Robert Wagner, candidato a vereador pela coligação da prefeita Teresa Murad (PMDB) nas últimas eleições nas quais obteve exatos 250 votos, poderá abrir a oportunidade para o retorno de Júnior Buhatem (PMDB) à Câmara Municipal e consequentemente a defesa do governo no parlamento, pois Riba Maia (PSC) não estaria convencendo os patrões no execício da função.

A abertura para o retorno de Buhatem seria possível com a ida do vereador Wllisses Muniz, irmão da vice-prefeita Neuza Muniz (ambos do PMDB), para a secretaria de Esporte, já que este elegeu-se tendo o esporte como uma de suas causas para defender (e que até o momento tem feito quase nada a respeito).

Ainda não sabemos se Wllisses aceitará a proposta, certamente ouvirá a irmã, mas experiente, antes de tomar a decisão, esta, possivelmente, falará a eles de todas as benesses e prestígio que o cargo de vereador lhe proporciona e dirá que o mesmo não ocorre quando se é apenas um mero secretário de uma pasta sem orçamento e sem muitas ações. Aliás, a ausência de ações por parte da secretaria de Esporte, caso fosse dirigida futuramente por Muniz, certamente prejudicaria a sua imagem diante do seu eleitorado e demais munícipes.

Sendo inteligente o irmão da vice deverá permanecer no cargo e Buhatem continuará, infelizmente, na geladeira do clã Murad.

Segunda versão - Outra hipótese ventilada à boca-miúda por nossas ruas e avenidas indica que a pasta em questão receberá, muito em breve, um repasse milionário do Governo Federal para a execução de obras na sua área, sendo necessária, portanto, a sua condução por alguém de confiança de Ricardo Murad (PMDB), que não é o caso de Robert Wagner e, muito menos, de Wlisses Muniz. Sendo verdade esta última hipótese o cargo ficaria mesmo com o super-Secretário China Barros, que cumularia as duas funções (Esporte e Casa Civil), pois o ex-genro além de ter a confiança do "chefão do terrorismo" conta com uma experiente carreira no esporte (e em gestão zero).