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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Através de indicação vereador Diôgo solicita a revisão da taxa de abate no Matadouro Municipal

Em defesa dos magarefes e dos consumidores finais
O líder do Bloco de Oposição na Câmara Municipal, Raimundo Diôgo (PT), apresentou durante a última sessão ordinária deste ano legislativo uma indicação que solicita a prefeita Teresa Murad (PMDB) a revisão do valor da taxa de abate de reses no matadouro do município.

A taxa que atualmente se encontra fixada em R$80,00 (oitenta reais) é considerada abusiva pelo autor da proposta que já defendeu a revisão da mesma durante outras sessões do parlamento coroataense e conclamou os seus colegas a sinalizar ao Executivo Municipal para a redução.

Após declarar o seu apoio a proposta o vereador Cássio Reis (PSDB) disse não acreditar na revisão, pois segundo ele "este governo é movido a dinheiro", "e muito dinheiro", completou mais tarde também na tribuna a vereadora Lourdinha Pereira (PCdoB) que também apoiou a proposta.

Para Marcelo Moura (PTC) a indicação apresentada por Diôgo "demonstra a a forma sábia que o parlamentar vem conduzindo o seu mandato e oportuniza a todos os coroataenses, principalmente que sobrevivem da venda de carne bovina, a redução abusiva de mais um imposto".

Durante a discussão a discussão a matéria recebeu apoio ainda de Juscelino Araújo (PT) e, curiosamente, do vereador governista e recém eleito 2º secretário da Mesa Diretora daquela casa legislativa, Wllisses Muniz (correligionário da prefeita).

"Voto a favor da revisão, pois não acredito que estou indo contrário aos interesses do governo, já que a mesma pode servir para diminuir ou até mesmo aumentar o valor da contribuição", declarou Muniz.

Outro voto favorável ao projeto que foi recebido com bastante surpresa pelos oposicionista foi o do vereador sem bancada Naldo Dantas (PSDB), que mais uma vez não abriu a boca nem para declarar abertamente a sua decisão, apenas mandou um recado a presidência.

Os vereadores governistas Marcos Machado (DEM), Leon Camilo (DEM), Jocimar Pereira (PMDB) e o líder da bancada Riba Maia (PSC), subiram a tribuna e se opuseram a proposta. "A taxa se fez necessária para compra de equipamentos e reorganização do matadouro que encontramos", declarou Marcos cintando poucas ferramentas, mas segundo o autor da proposta "o dinheiro arrecado já seria o suficiente para construir um matadouro novo".

Ao final das discussões o projeto foi aprovado pela maioria, com cinco votos contrários.